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SOCORRO, PROFESSOR(a), PRECISO APRENDER"!

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Livro do mês - Outubro de 2012
SOCORRO, professor(a), preciso aprender!

Golfinho nasceu sob o signo da educação. Desde que os modelos que constituem a PNL descrevem como o cérebro humano funciona, eles têm sido usados para ensinar a fazê-lo funcionar melhor. Isso explica o sucesso editorial do Portal, e os mais de 10 milhões de leitores em seu 16 anos de existência. A PNL, entende Golfinho, não é um instrumento de diagnóstico, mas um modelo para ser aplicado, ensinado e vivenciado de forma experimental. Não se alimenta de teorias, mas de pressupostos.

"PNL na Escola" é a sessão que, frequentemente, recebe a atenção da editoria de Golfinho. Professores, educadores, brasileiros e estrangeiros, dão regularmente sua contribuição à página diante das dificuldades que a educação, familiar e formal, vem atravessando – principalmente por falta de ferramentas lúdicas, que motivem a geração computador a se educar, linguística e comportamental. O estado atual, caotizado, impede clareza na transformação de sonhos em metas pessoais enriquecedoras, socialmente válidas.

A página "Livros para Aprendizagem e Educação" também disponibiliza mais de trinta títulos de obras de fundamental importância para aprimorar a educação e aprendizagem.

Assim, Golfinho, anuncia, com prazer, um novo livro, de autor brasileiro, que apresenta "uma nova abordagem sobre o ensino e a aprendizagem", subtítulo de "SOCORRO, professor(a), preciso aprender!"

O autor, Renato Cesar Bini, há anos vem desenvolvendo trabalhos na área de recursos humanos com técnicas de Programação Neurolinguística. Consultor e conferencista é, além disso, músico, violonista clássico, compositor, e autor de uma quase dezena de livros, a maioria na área de PNL.

Editado pela CEITEC Editora, Florianópolis, este "Livro do Mês" de Golfinho, em suas quase 100 páginas, apresenta dezenas e dezenas de ferramentais que facilitam, ao professor e ao aluno, recuperar valores perdidos, transmitir e vivenciar ludicamente a aprendizagem. Afinal de contas, como alerta heuristicamente Renato Bini: "onde está diferença entre aprender um jogo de videogame, uma atividade esportiva e estudar matemática?"

A diferença que faz a diferença o leitor encontra lendo o livro. Aprendendo a colocar cada coisa em seu lugar, ou seja, aprendendo os Níveis Neurológicos, ensinando pela ordem de influência: Espiritualidade (Qual o seu objetivo de vida) ---> Identidade (Quem eu sou) ---> Crenças/Valores (Porque fazemos o que fazemos?) ---> Capacidade (Como fazemos o que fazemos?) ---> Comportamento (O que fazemos?) ---> Ambiente (onde e quando realizamos).

No capítulo 4, o cérebro linguístico, com uma belíssima frase de Charles Chaplin, configurando o contexto, "Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade", -- Bini compara o cérebro com um computador, e palmilha pela "sintaxe mental" para gerar em você facilidade de acesso aos paradigmas, mapas, filtros de percepção, E como programá-los e/ou reprogramá-los. "Cada pessoa tem uma estrutura psicológica e padrões de comportamento para aprender. Se o(a) professor(a) não ensina dentro desses sistemas de aprendizagem, o(a) aluno(a) terá dificuldade de aprender". Um dos nós górdios da questão, esmiuçado, avaliado. Em linguagem simples, precisa.

Simplicidade e criatividade são características do livro: "Não somos o que repetidamente fazemos. Excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito". Aristóteles, clássico e moderno, inserido perfeitamente na pós-modernidade pela habilidade didática do autor, músico e professor. E Platão. E Einstein. Todos inseridos em benefício de uma geração sem (até agora) raízes...

"Como os alunos aprendem", sexto capítulo, tomamos conhecimento de nossa neurofisiologia. E dos perigos de nossos amuletos, geradores de deformações psicológicas. As restrições de percepção: a neurológica, a social, as generalizações, deleção, distorções, limitação individual. Os canais de percepção: em poucas linhas, com concisão, um belo aprendizado: ver, ouvir e sentir. E como usar.

Mark Twain nos dá o contexto do sétimo capítulo, aprender a aprender: "Se as pessoas aprendessem a falar e a andar como aprendem a ler e a escrever, todo mundo seria manco e gago". As gagueiras de nossas escolas! Bini, ladeado por Bandler, vai esmiuçando novos caminhos, flexibilizando nossas inflexibilidades.

No oitavo capítulos, agora alfabetizados pela dinâmica professoral de Renato Cesar Bini, principiamos a leitura da cartilha de soluções poderosas, baseada na leitura: cada pessoa (aluno) é única; cada um faz a melhor escolha que lhe é disponível; não existe fracasso, apenas resultados; há uma intenção positiva em cada intenção do aluno; o significado da comunicação é o seu resultado; todo problema tem solução; quanto maior a flexibilidade de pensamento e comportamento, maiores as chances de sucesso; mente/corpo fazem parte do mesmo sistema.

Conseguiu entender Joãozinho?

O personagem com quem o autor dialoga nos diversos capítulos agora está motivado e surpreso com a dislexia do autor, excelente conferencista, compositor e músico. E está, Joãozinho, preparado para as dores e prazeres da aprendizagem: ressignificar as dores, e ancorar os prazeres. E certificado para receber a mensagem solidária de Bini: compartilhe a sua paixão, e que Deus lhe abençoe.

Obra de leitura agradável, de sensata leveza, que dá ao professor, aos pais, aos alunos, instrumentos fundamentais de acesso à ecologia do comportamento e da aprendizagem.

João Nicolau Carvalho, professor universitário, Trainer em PNL*

João Nicolau Carvalho, professor universitário*www.jncpnl.com.br

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Livro do mêsO GOLFINHO indica mensalmente um "Livro do Mês", que é fruto de consultas do editor com seus colaboradores. Nem sempre é um livro de lançamento recente, mas é uma obra que, na opinião da equipe do Golfinho, enriquece a bibliografia da PNL.

ALGUMAS TECNOLOGIAS ATUAIS SOBRE ALGUNS CONCEITOS NA EDUCAÇÃO

POR QUE OS ALUNOS, MUITAS VEZES, NÃO CONSEGUEM APRENDER?

Primeiro, os alunos têm de estar motivados à escola. Eles se motivam ao jogo de futebol, ao Shopping ou à balada. Podemos transferir, linguisticamente, a motivação de um jogo de futebol à escola. Faço isso em treinamentos. É UMA TRANSFERÊNCIA LINGUÍSTICA. RESSIGNIFICAR A PROGRAMAÇÃO CEREBRAL. Eles ficarão tão ávidos pela escola, como são ávidos pela balada. Segundo, os alunos precisam saber para que SERVE estudar determinada disciplina. Muitas vezes, eles estudam sem saber para que serve aprender o que estão aprendendo. Antes do professor ensinar a sua materia, precisa incentivar inicialmente, com dinâmicas excitantes, para que serve aprender o que vão aprender. Terceiro, o modelo de nossas salas de aula ainda é o modelo da Revolução Industrial, ou seja, colocam os alunos em uma sala em um mesmo nível de escolaridade, achando, os professores, que os mesmos irão aprender homogeneamente e na mesma velocidade de aprendizagem. Isso é uma grande inverdade. Cada aluno possui uma estratégia específica para aprender. O aluno mais lento não é menos inteligente do que aquele que aprende mais veloz. Cada um tem uma estratégia específica para aprender. É a SINTAXE MENTAL no cérebro do aluno. Os professores precisam descobrir qual é a Sintaxe Mental do aluno, ou seja, o código linguístico da aprendizagem do aluno. O cérebro trabalha muito por ENGRAMA, por ANALOGIA. Se um aluno não gosta, por exemplo, da atitude do professor  - isso é apenas uma das facetas, ele poderá comparar a atitude do professor com a disciplina que ministra. Poderá associar, e é aí que se iniciam  alguns dos problemas de aprendizagem. A SOLUÇÃO é bem fascinante.  Ensinar como o cérebro do aluno aprende. Quer saber como?...

COMO APRENDER MELHOR: matemática, português...

Aprender matemática, português, física, química etc, primeiro o aluno precisa compreender para serve aprender determinada disciplina. É a motivação intrínseca. Quando o aluno aprende a pensar, ao invés de ter pensamentos, já é um grande passo para aprender matemática, depois o segredo está em um único teorema: O domínio da matemática é diretamente proporcional ao domínio da VISUALIZAÇÃO. Português, como qualquer outro idioma, aprende-se falando. Uma criança aprende a falar em 3 anos, mesmo que esteja morando na selva, não importando que seus pais estejam cursando universidade ou não. A pergunta é a seguinte: Por que então leva tanto tempo para ensinar-lhe algo que ela sabe falar? As chamadas crianças do gueto aprendem a falar 3 idiomas e escrevem em código secreto. Acontece que é a maneira de como as crianças são ensinadas a ler na escola que faz com que elas não consigam aprender. Para isso, saiba como aprender melhor...

POR QUE ALGUNS ALUNOS SÃO VIOLENTOS?

Muito simples. Por detrás de cada comportamento negativo, por mais estranho que pareça, há uma intenção positiva. O professor precisa descobrir qual é a intenção positiva do aluno agressivo e violento. Descobrindo isso e tratando linguisticamente, a violência desaparece. Existe uma técnica valiosa para isso. Outro fator está relacionado com a autoestima do aluno. Uma autoestima quando não estruturada, que varia de aluno para aluno, há um mecanismo de compensação. Um aluno com baixa autoestima faz um mecanismo de compensação. Porém, toda a compensação traz uma deformação. A essa deformação chamamos de amuletos da personalidade. Criam-se duas personalidade. Uma persona que o aluno quer mostrar para os outros, e uma identidade, só dele, que guarda para si mesmo. O professor precisa saber como funciona a autoestima do seu aluno e administrá-la com maestria. Não é fácil, mas é simples. Creia para ver...!

O QUE É INDISCIPLINA?

Indisplina tem muito a ver com autoestima, motivação e aprendizagem. O que é diferente de hiperatividade. hiperatividade não é tão complexa como relatam por aí. Se uma aula não desperta motivação em um aluno, ele se desinteressa pela aula, pela disciplina e pela escola. Nossas salas de aula são geralmente audiovisuais. Um aluno cinestésico, ou seja, primeiramente precisa aprender fazendo, ele não vai conseguir aprender "vendo" nem "ouvindo". Assim, ele ficará impaciente e comecará a se movimentar muito, natureza peculiar dos cinestésicos. Mesmos nós, quando não gostamos de uma palestra, por exemplo, começamos a ficar impacientes e nos entretemos com outras coisas, como: celulares, conversar com alguém, ir desnecessariamente ao banheiro e assim por diante, não é verdade? Os professores precisam saber que a qualidade do seu ensino é diretamente proporcional a qualidade da sua comunicação. É muito simples reverter a indisciplina, para isso...

O APRENDIZADO ACELERADO ATRAVÉS DA MÚSICA

Hoje o mundo está caótico, incerto e veloz. Com a velocidade das informações que o mundo recebe, somente com o domínio do cérebro é que conseguimos, ao menos, acompanhar ao crescimento dessas informações, e nada melhor do que a música para aprendermos de forma acelerada. "Einstein" falou uma vez que se não fosse físico, seria músico. A música, para Ele, proporcionava insitghs para as suas descobertas. A Inteligência Musical é uma das melhores estratégias para liberar as ondas cerebrais do hemisfério direito - a sede da criatividade. Alguns tipos de música, faz com que aprendamos de 3 a 10 vezes mais rápido. É fascinante, o aluno nunca será mais o mesmo na aprendizagem tradicional...

COMO MOTIVAR O PROFESSOR NA SUA PROFISSÃO?

Motivamo-nos por duas grandes razões: Por desepero e por inspiração. Se o professor não vive inspirado pela sua profissão, então, vive de "certa forma" desesperado. E o "certo desespero" causa estresse doentio, conflito e frustração. Fazer o que gosta é diferente de gostar do que faz. Mesmo que o professor ainda não faz o que gosta, poderá gostar do que faz. Há uma valiosa dinâmica para isso. Gostar do faz, gera amor incondicional e o universo conspirará a seu favor. Agora, se o professor não faz o que gosta e procura não gostar do que faz, sugiro que mude de profissão. Será um bem para Ele mesmo, para os seus alunos e para a sociedade.  Ah...mas eu faço tanto por tão pouco que recebo? Em toda a profissão, o fator "dinheiro" é uma consequência. Porém, eu acredito muito na Lei Universal. É dando que se recebe. Escolha uma profissão que gosta e você não terá que trabalhar um único dia da sua vida, já dizia "Confúcio". Ensinar de forma inspirada é o grande feedback, porque o aluno ficará inspirado para a escola e para a vida. Agora, existem atualmente tecnologias modernas  para reverter todos os dramas da falta de automotivação pessoal e profissional. Uma delas é a técnica da PRECESSÃO. A outra é o PODER DO ESTADO. A outra é o SELF TALK. As outras são o PODER DAS METAS e a REESTRUTURAÇÃO LINGUÍSTICA, e mais, muito mais...Comprove você mesmo!!!

O QUE FAZER COM A AUTOESTIMA  DO ALUNO?

O caminho mais fácil, inicialmente, para elevar a autoestima é através do ELOGIO.  Na verdade, os nossos pais não fizeram cursos para ser pais. Para você ser médico você precisa fazer Medicina. Para você ser professor precisou estudar para isso, não é mesmo? Então a única coisa que nossos pais fizeram para ser pais foi uma relação sexual, não é verdade? Eles cometeram erros com a gente, e também nós cometemos erros com os nossos filhos. Por isso, recebemos dos nossos pais aproximadamente 100 mil "nãos". Para cada 1 elogio, recebemos 9 repreensões diárias. Para reverter essa discrepância psicológica precisamos dar aos nossos alunos e filhos 7 elogios diários. Veja e sinta a potencialidade de tudo isso. Conhece a técnica do Sanduiche? Como a vida continua, vamos crescente não gostando de nós mesmos. Como fazer a mudança? Com a baixa autoestima o desempenho do aluno cai. Jamais o sucesso será superior a autoestima e a autoimagem. Autoestima é a forma como nos sentimos, e autoimagem é a forma como nós vemos. Isso é apenas uma aresta do conceito/autoestima. A boa notícia é que a autoestima não é feita de cimento nem de aço, e sim, de linguagens. Para elevar a autoestima e melhorar a autoimagem é necessário mudar a linguagem e uma ação para isso. Qual é esta ação? Para desencadear o primeiro gatilho é preciso...

QUER SABER MAIS SOBRE ESSES TEMAS? SERÁ UM GRANDE PRAZER RESPONDER...

RENATO CESAR BINI

www.renatocesarbini.com.br

(47) 3045-3977

ITAJAÍ - SANTA CATARINA

CURITIBA - PARANÁ

ENSINANDO COMO O CÉREBRO APRENDE

A nossa sala de aula ainda é um modelo trazido da época da Revolução Industrial. Colocam os alunos em um nível de escolaridade e idade cronológica. O professor ao adentrar em sua sala, pensará que os alunos aprenderão a sua disciplina na mesma igualdade, intencidade e velocidade de aprendizagem. E isso é um verdadeiro equívoco.

Cada aluno possue um modelo de mundo trazido dos pais, amigos e comunidade social. Principalmente é um modelo herdado dos pais. E lá está o aluno sentado em sua carteira onde, muitas vezes, sentado em um lugar espacial não condizente com a sua aprendizagem. Aí já começa o primeiro passo para uma dicotomia psicológica de aprendizagem. Uma discrepância entre, o que aprender, e o COMO aprender.

O aluno carrega, em seu cérebro, um modelo de mundo, ou seja, como seu cérebro foi programado. Cada aluno possui uma estratégia específica para aprender, assim como tudo o que pensa e faz da vida. Cada aluno sentado na sala de aula, há um modelo de mundo diferente na mente deles. E cada modelo reflete na sua aprendizagem. Todo o aluno faz uma representação da sua realidade através dos seus 5 sentidos físicos. Os 5 sentidos físicos são as janelas da percepção. Vemos, ouvimos, sentimos. Em menor escala, cheiramos e degustamos.

Assim, o aluno percebe o seu mundo através do seu sistema visual, ele vê. Do seu sistema auditivo, ele ouve. Do seu sistema olfativo, ele cheira. Do seu sistema gustativo, ele degusta, sente o gosto. E do seu sistema cinestésico, ele sente. No entanto, esses sistemas de percepção não são homogêneos. Existe uma ordem, uma sequência. Conforme a programação cerebral, criou-se uma ordem de perceber o mundo à sua volta. Consequentemente, criou-se uma estratégia de como aprender melhor. Talvez ele perceba inicialmente o mundo cinestesicamente, ou seja, ele "sente" o mundo, para depois perceber "ouvindo" e depois, "vendo".

Como nossa sala de aula é predominantemente "audiovisual", o aluno que percebe o mundo "sentindo", ou seja, percebe o mundo cinestesicamente, ele terá grande dificuldade de aprender de forma visual e auditiva, porque a ordem de aprendizagem dele não segue o mesmo padrão linear do ensinamento do professor. O professor quando ensina, por exemplo, de forma visual e auditiva, e o aluno que aprende predominantemente de forma cinestésica, não conseguirá entender o que o professor está falando e, muito menos, a disciplina.

Vamos supor que um aluno aprende inicialmente de forma cinestésica, para depois aprender de forma visual e para depois, de forma auditiva. Lembre-se que sempre será uma sequência.

Se a aula está sendo ministrada de forma visual (através do quadro ou de alguma projeção), e também de forma auditiva (a voz do professor - incluindo timbre, velocidade e frequência da voz), o aluno, cuja estratégia é a de aprender inicialmente de forma cinestésica, terá conflito de aprendizagem, porque o professor não estará ministarando a aula de forma de como o cérebro do aluno cinestésico aprende.

Então, esse aluno ficará impaciente e desconfortável. Achará que a aula é entediante. E associará a disciplina com a maneira de como ela é ministrada. E passará a não gostar do professor e nem da disciplina. Assim, o professor o rotulará de aluno lento e, muitas vezes, de incompetente. Com esse rótulo, o aluno pensará que não tem capacidade para tal aprendizagem, aumentando ainda mais a sua angústia. Espacialmente, esse aluno cinestésico, terá que sentar, na sala de aula, nas primeiras carteiras, próximo ao quadro e ao professor, porque alunos cinestésicos aprendem melhor dessa forma. Essa é uma das muitas estratégias modernas de aprendizagem.

E o aluno visual ou auditivo, como aprende?

Quais são outras especificações?

Já ouviu falar de Metaprogramas em sala de aula?

E Hierarquias de idéias?

De que forma as aulas devem ser mais interessantes?

E COMUNICAÇÃO PEDAGÓGICA TRANSFORMACIONAL?

PARA ISSO, APRENDA PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA EM SALA DE AULA

MAIORES INFORMAÇÕES:

RENATO CESAR BINI

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PRESSUPOSIÇÕES COMPORTAMENTAIS DE NOSSAS ESCOLAS

Pressuposições comportamentais de nossas escolas

Os alunos sabem naturalmente como aprender na sala de aula.

Eu trabalho na área de educação há anos, e isso nunca me ocorreu até que comecei a notar que aquilo que os alunos tentavam fazer para cumprir as tarefas acadêmicas não funcionava, e eles não sabiam de que maneira fazer diferente. Então, percebi que NINGUÉM (ou pelo menos nenhuma parte oficial do sistema) estava assumindo a responsabilidade de ensinar às crianças como aprender na sala de aula. Certamente, alguns professores compartilham individualmente algumas de suas estratégias de aprendizado com os estudantes mais aplicados, mas nenhuma parte do sistema escolar faz isso de maneira sistemática.

O resultado é devastador para os estudantes, porque eles supõem que algo está errado com eles, quando não conseguem realizar as tarefas que lhe são designadas. E os seus pais também. E nós todos. A verdade é que a maior parte dos estudantes faz o melhor que pode com aquilo que sabe fazer. Se não funcionar, ou se não funcionar bem, eles não sabem que devem fazer algo diferente. A idéia não foi desenvolvida porque nós pressupomos que eles já sabem como aprender.

Todos os estudantes aprendem na mesma velocidade e da mesma maneira.

Na era industrial, nossas escolas foram projetadas à semelhança das fábricas. Colocamos os estudantes na mesma sala, de acordo com a idade, e começamos a ensinar o conteúdo para aquele nível de conhecimento. Isso pressupõe que todos os estudantes aprendam da mesma maneira e na mesma velocidade. Sabemos que não é assim, contudo continuamos com a mesma prática. Essa pressuposição, combinada com a que vem a seguir, praticamente garante que muitos estudantes fiquem traumatizados.

Uma certa percentagem de estudantes fracassará e/ou terá um desempenho muito fraco na escola.

A curva do sino (curva normal) já se tornou quase um ícone na educação, o que justifica a pressuposição de que alguns estudantes fracassarão e/ou terão um fraco desempenho. Na verdade, se um professor dá A e B para todos, será acusado de facilitar e inflacionar as notas. Mas, como seria se nós presumíssemos que todos os estudantes são capazes de aprender igualmente bem e os ensinássemos a ter sucesso na sala de aula? Que tal se esperássemos que todos os estudantes aprendessem rápida e facilmente na sala de aula? Como é que isso afetaria nossas escolas? Como afetaria os estudantes?

Por quanto tempo uma empresa subsistiria no mundo corporativo, se a expectativa fosse de que 20-30% de seu produto fosse de má qualidade e mal acabado?

O sistema escolar é mais importante do que o estudante.

A reação mais comum a algumas dessas pressuposições é "De que outra forma poderíamos conduzir nossas escolas?" Mesmo que saibamos estar prejudicando os estudantes, continuamos com a prática, a fim de que o sistema possa funcionar. Parece que estamos fazendo algum tipo de negação em relação ao trauma que estamos causando aos nossos estudantes.

Mais dinheiro resolverá todos os problemas de nossas escolas.

A solicitação de mais fundos para as escolas domina nossas atividades de lobby, legislativas e até de relações públicas. Minha preocupação é de que mais dinheiro será usado exatamente para perpetuar o sistema atual. E, se essas pressuposições realmente são sintomas da base falsa sobre a qual nossas escolas estão operando (como acredito que estão), então mais dinheiro simplesmente vai impedir-nos de corrigir sérios defeitos e de procurar soluções estruturais.

Os estudantes são motivados unicamente pela punição e/ou recompensa.

Todo o nosso sistema de avaliação está baseado nessa pressuposição, inclusive a ameaça de suspensão, expulsão e outras punições radicais. A verdade é que existem maneiras muito melhores de motivar os estudantes, que combinam com suas estratégias naturais de motivação. Essas estratégias naturais de motivação que utilizam os critérios mais altamente valorizados pelo estudante, propõem uma situação de ganha/ganha, que oferece opções valorizadas e motivadoras.

Atividade de aprendizagem faz com que o aprendizado aconteça.

Muitas vezes, estudantes têm me dito que foram bons no aprendizado de ortografia, ou vocabulário, etc. No entanto, pela minha experiência, a estratégia deles para essas tarefas era inadequada. Quando investigo a maneira como eles estavam encarando o sucesso, descubro que estavam cumprindo tarefas que não contribuíam para o processo de aprendizado, mas eram fáceis de executar. Por exemplo, eles tinham que copiar cada palavra 10 vezes e entregar. Ou procurar no dicionário o significado de palavras, copiá-las e entregar. Quando o estudante cumpria essa tarefa enfadonha conforme lhe era pedido, ele recebia notas altas, mas quase nenhum aprendizado. Uma vez que a maior parte dos professores não é treinada sobre como funciona a mente, ou como ocorre o aprendizado em nível de processo, eles marcam as tarefas que são sugeridas pelos editores de livros. A PNL têm uma oportunidade de ouro para tornar-se uma grande força em ensinar como aprender melhor.

Algo está errado com o estudante que tem um fraco desempenho na escola.

Somos uma sociedade acostumada a atribuir culpa, ou a encontrar quem errou quando algo vai mal. Infelizmente, quando um estudante não está se desempenhando bem na escola, nós automaticamente o culpamos por isso. Geralmente, acusamos o estudante de não estudar o suficiente, ou de não estar motivado, de ser preguiçoso ou de ser rebelde ou estúpido. Muitas vezes, nós o rotulamos como incapaz de aprender. Depois de algum tempo, quando esse resultado se torna insuportável, o estudante começa a acreditar nesses rótulos, o que afeta sua auto-estima de maneira devastadora.

Quanto melhor o professor, melhor o aprendizado.

A razão pela qual eu incluo isso aqui não visa a diminuir os grandes professores, mas a mostrar que a verdadeira responsabilidade pelo processo de aprendizado está no estudante. Também, o fato de acreditar que isso depende de encontrar o professor certo impede-nos de resolver os problemas que estão limitando nossas escolas. Além disso, se nós mudarmos as pressuposições que baseiam a maneira como conduzimos nossas escolas e como tratamos uns aos outros, os grandes professores realmente serão fortalecidos e poderão fazer seu trabalho de forma ainda melhor.

Algumas pressuposições fortalecedoras

Portanto, se nossas escolas funcionarem livres de pressuposições errôneas, que outras pressuposições fortaleceriam os estudantes, os professores, os administradores e os pais? Tenho certeza de que encontrarei mais algumas, mas quando visualizo nossas escolas operando com os pressupostos da Programação Neurolingüística (PNL), as mudanças em todos os níveis lógicos me parecem extraordinárias.

Imagine você mesmo, colocando-se em segunda posição em todos os níveis lógicos, como seria estar num sistema escolar que funcionasse com as seguintes pressuposições, para um estudante, um professor, um administrador da escola, um pai, ou o público em geral:

    1. Atrás de todo comportamento existe uma intenção positiva.
    2. Não existe fracasso, existe apenas resultado.
    3. Nós escolhemos o melhor comportamento baseados nas escolhas que conhecemos e no nosso       modelo de mundo.      
    4. Um maior número de escolhas é melhor do que um número limitado delas.
    5. Se é possível no mundo, é possível para mim aprender.
    6. Qualquer coisa pode ser aprendida, se for adequadamente apresentada por partes.
    7. O mapa não é o território, é apenas um filtro de percepção.

Eu orientei um grupo de Practitioners de PNL através deste exercício, e todos nós concordamos que, se pudéssemos colocar simplesmente a primeira pressuposição em nossas escolas, isso teria um efeito transformador sobre nós e as escolas. Se todas as outras fossem implementadas, não existiriam frustração e raiva crônicas. Existiriam apenas professores, estudantes, pais, administradores e público em geral MUITO capazes e focalizados em auxiliar a todos a desenvolver o seu mais alto potencial. Agora, imagine em que se tornaria o mundo quando esses estudantes se formassem, se tornassem pais, começassem a trabalhar e a assumir posições de liderança. MARAVILHOSO!!! Nós estaríamos realmente ajudando a fazer do mundo um lugar melhor para se viver.

O APRENDIZADO ACELERADO - Sugestologia

 

O APRENDIZADO ACELERADO

 

Métodos de Aprendizagem Acelerada

1.    A Sugestologia

Na década de 60, o médico e educador búlgaro Georgi Lozanov (Nascido em 22/07/1926, Sofia, Bulgaria) fez uma descoberta interessantíssima. Ele descobriu que há um "estado mental" propício para a aprendizagem e que qualquer aluno conduzido a este estado mental aprende mais e melhor num espaço de tempo bem menor. Fantástico, não é mesmo?

Este estado mental foi denominado estado de vigília relaxada e é obtido quando o nosso cérebro passa a operar na faixa de 8 a 12 ciclos por segundo, ou seja, quando o cérebro entra em "alfa".

 

Nota: está cientificamente provado que 80% das dificuldades da aprendizagem estão relacionadas com o estresse e que, reduzindo-se o estresse, melhoramos a qualidade da aprendizagem

Para abaixar a freqüência mental dos seus alunos, Lozanov experimentou começar as aulas com sessões de relaxamento bioenergético associado à música barroca. O resultado foi o melhor possível. Seus alunos, livres de tensão e do estresse, começaram a refletir uma melhora substancial na percepção, processamento, memorização e recuperação das informações aprendidas. Principalmente na aprendizagem de língua estrangeira.

Nota: está cientificamente provado que 80% das dificuldades da aprendizagem estão relacionadas com o estresse e que, reduzindo-se o estresse, melhoramos a qualidade da aprendizagem.

Entusiasmado com os resultados, Lozanov resolveu utilizar a música (principalmente a música barroca, por causa das suas 60/70 batidas por minuto) como veículo da informação e passou a dividir a sua aula em três sessões bem definidas:

1ª parte - Relaxamento bioenergético (semelhante ao da tradição iogue)

2ª parte - Um concerto passivo, onde a matéria era lida de forma sugestiva para os alunos, tendo como fundo musical peças de Handel, Bach e Corelli

3ª parte - Um concerto ativo, onde a matéria era lida novamente, de forma sugestivo-expressiva, ao som de peças, como por exemplo, o Concerto nº 7 para violino e orquestra, de Mozart.

Lozanov acreditava - e isso veio a ser provado cientificamente - que a música mantém a informação (por ela canalizada) viva na consciência do aluno até à noite (nas primeiras horas do sono) quando, de fato ocorre, ocorre a aprendizagem. É exatamente nesta fase do sono que se abrem os poros que ligam o consciente ao subconsciente e onde todas as informações aprendidas (eficazmente), durante o dia, são transferidas para a memória de longo prazo.

Esta técnica de Lozanov foi denominada sugestopedia. Através dela, hoje em dia é possível aprender-se uma língua estrangeira em tempo recorde, no máximo em trinta dias, e memorizar capítulos inteiros da História Universal em poucos minutos, como fazem os alunos dos Supercamps americanos e outros similares ingleses e neozelandeses. É, realmente, fantástico!

Na realidade, entretanto, o fator musical na sugestopedia não apresenta uma grande novidade aos olhos do investigador curioso. Veja: as religiões (todas elas) sempre utilizaram a música como pano de fundo para "estimular a fé" nas pessoas. Há milênios se sabe que a música suave é profundamente relaxante. E é relaxante porque não cobra "ação intelectual", isto é, não exige raciocínio e isto faz abaixar a freqüência das ondas cerebrais. Ela é percebida pelo ouvido e não há necessidade de ser "processada" de forma cansativa pela mente. Ora, isto é ótimo para "estimular" as emoções; e a fé, de certa forma, é uma emoção. É preciso que se entenda também, que o conceito de "informação" não abrange somente o campo da comunicação verbal ou visual; as emoções também são informações; a dor é uma informação, a sensação de frio ou calor também, o medo idem, etc.

Esta propriedade da música - a de carregar a informação de forma prazerosa - permite que a usemos como "veículo" para passarmos informações muito importantes ao cérebro. As professoras primárias exploram muito esta "possibilidade didática" com os seus alunos. Contudo, tal técnica não se presta só às crianças pequenas; adolescentes e até adultos podem e devem usar esta propriedade da música.

Por outro lado, sabe-se também que a nossa memória tem uma preferência toda especial pelas informações recheadas de prazer (quem não lembra do primeiro beijo, da primeira namorada, não é mesmo?). Todos nós memorizamos bem os eventos que dão muito prazer. E a música suave propicia este prazer. Vale lembrar também que os velhos iogues já associavam a música aos seus exercícios de relaxamento com o propósito de conseguirem a "iluminação" que, no nosso caso, podemos entender como "aprendizagem".

Ocorre, entretanto, que a aplicação prática da sugestopedia requer a participação de alguém experiente no processo e que funcione como monitor ou orientador. A aplicação autodidata de tais técnicas não é recomendável, embora dela possamos tirar dois ou três pontos fundamentais que são de grande valia para quem quer aprender mais rápido e com mais eficácia. São eles:

1 - Uma breve sessão de relaxamento, antes de começar a estudar, pode aumentar em mais de 50% a retenção do conteúdo aula na memória;

2 - A música barroca pode ser altamente eficaz durante o estudo quando funciona como pano de fundo;

3 - Fazendo relaxamento, usando a música barroca como suporte e explorando os recursos mnemônicos (que você pode ler na nossa sessão "Memorização") com certeza você poderá livrar-se do estresse, que responde por 80% das dificuldades da aprendizagem, e dos riscos de vir a ter aquele terrível Bloqueio Mental por tensão.  

2. O efeito Optimalearning

Outra técnica de Aprendizado Acelerado é a do búlgaro Ivan Barzakov: O Efeito Optimalearning. O Método Optimalearning emprega o estilo musical barroco, fazendo despertar as ondas dos hemisférios cerebrais, colocando a mente entre a passividade e o equilíbrio dinâmico. Tanto a Sugestologia, como o Efeito Optimalearning possuem características tecnológicas em comum, como: relaxamento, jogos associativos, músicas clássicas, paródias etc. A única diferença é que a Sugestologia precisa da orientação de um instrutor.

Não há aprendizagem sem relaxamento e visualização. Para Barzakov é preciso trabalhar na zona limítrofe, onde o estado que se manifesta entre a razão e a emoção. E não se tenta ministrar informações enquanto os estudantes estão visualizando porque eles ainda estão muitos receptivos, muito relaxados, de olhos abertos e prontos para aprender.

AMBIENTE RELAXADO

A maioria dos estudantes traz consigo muita ansiedade, devido anos de estresses, o medo do fracasso e humilhação na escola.

A APRESENTAÇÃO VÍVIDA DO MATERIAL

Com música barroca de fundo, apresentar, ao mesmo tempo, formas           engraçadas da matéria, como, por exemplo, ensinar cantando.

AUTORIDADE SEM AUTORITARISMO

A linguagem gestual e o tom de voz são considerados tão importantes quanto o conteúdo verbal.

O PROFESSOR NUNCA CRITICA

   Ou seja, nunca diz especificamente que o estudante está errado. As correções são feitas de forma oblíqua, por exemplo, dando a pronúncia correta de uma palavra no contexto de outra sentença.

O Optimalearning Classics ainda pode ser mais específico, funcionando, na estrutura cerebral, como musicoterapia. O estilo musical de Corelli, por exemplo, com suas alternâncias rápidas e lentas, é indicado para a memória.

O estilo Albinoni ativa o hemisfério direito, aumenta a capacidade da criatividade.

O estilo Pachelbel estimula a imaginação, ficamos mais receptivos para buscarmos soluções para os problemas.

3. O poder da memorização

 A mente humana é o instrumento mais poderoso que conhecemos e pouco  sabemos sobre ela, apesar das inúmeras descobertas da ciência nas  últimas décadas. Um instrumento fantástico que vem sem manual de  instrução, o que nos leva a usar uma pequena fração de nossa capacidade.
Olhe para este computador a sua frente, suas funções e memória foram  inspiradas na mente humana; mas este não tem inteligência, é uma  tecnologia que se comparada à nossa mente, chega a ser insignificante.

Infelizmente, nossa educação escolar e até mesmo a acadêmica parece  estar longe de reconhecer esta magnífica criação e insiste em formar  seres humanos repetidores de informação. Haja vista, nossos sistemas de  avaliação onde uma prova escrita tem questões para serem respondidas  somente através de “decoreba” ou através das famosas “colas” que a meu  ver, para fazê-las, o aluno exercita muito mais suas capacidades de  criatividade e desenvolvimento do que no paradigma educacional de hoje.  Salvo algumas exceções o sistema de ensino, enquanto gerador de  aprendizagem é um órgão falido em grande parte de nosso mundo.

Sempre gostei muito de estudar, de aprender e de saber, e senti as  mesmas frustrações de jovens que hoje convivem com uma gama de  estímulos e informações que dobram a cada cinco anos, o que acontecia a  cada 200 anos, num passado não muito distante. Os tempos mudaram muito  e as metodologias de ensino não. Aqui já cabe uma mudança do paradigma  de ensino para o paradigma da aprendizagem. Com a vulgarização da  informação através da TV, internet, jornais, revistas entre outros  meios: quem ensina o quê a quem?

Neste novo contexto e  velocidade da aprendizagem não cabe mais uma educação cartesiana e  limitada, um professor deve ser um grande facilitador e estimulador da  aprendizagem. Deve oferecer ferramentas modernas, muitas vezes não  convencionais dentro do paradigma de ensino atual, para que o aluno (  que também deveria ser chamado orientado ) aprenda a aprender e mais,  aprender a aprender na velocidade do pensamento.

As  organizações de ensino deveriam estar formando pensadores, seres  humanos criativos, flexíveis e capazes de desenvolver novas idéias e  inovações. Um ser humano que tenha maior capacidade de aprender cada  vez mais, melhor e, principalmente, mais rápida, pois aqueles que não  se adaptam a essa realidade fracassam na vida e na profissão.

A sociedade e as empresas atuais estão carentes de seres humanos  motivados, criativos e com alta capacidade de adaptação. A criatividade  é um recurso pessoal do ser humano de sucesso em qualquer área da vida.  Temos a sensação de que o tempo passa depressa demais, na verdade, isso  demonstra que o que está lenta é a nossa aprendizagem. Então como  dinamizar nossa aprendizagem usando muito mais do que nossa capacidade mental?

A única maneira de nos enquadrarmos em nosso próprio tempo é  transcendermos nossos paradigmas ultrapassados pela modernidade e  adotarmos novas tecnologias e métodos de estudo e aprendizagem.
Nas últimas décadas, se descobriu muito sobre como o  cérebro e a mente funcionam e sobre como acelerar nossa aprendizagem e  retenção de informações na memória. Hoje há a oportunidade de se  aprender mais em menos tempo, abrace esta oportunidade chamada de  Aprendizagem Acelerada. Aprendizagem  Acelerada são técnicas de aprendizagem sistêmicas (holísticas) que  envolve o uso de todo o cérebro, integrando os dois hemisférios,  usando o corpo e as emoções que nele se expressam, facilitando  compreensão, memorização e integração de maneiras nunca antes  experimentadas. Transcende o paradigma de que só aprendemos  concentrados, por repetição e decorando a informação. A metodologia da  Aprendizagem Acelerada postula uma nova postura em todos os aspectos,  um estado de vigília relaxada, lidando simultaneamente com inúmeras  informações. No estado de vigília relaxada, onde as ondas cerebrais  baixam de intensidade, a mente inconsciente entra em cena e o cérebro  abre seus filtros, ficando mais disponível à novas informações para  aprendermos de maneira mais produtiva e eficaz; é sair do raciocínio  vertical e ir para o raciocínio lateral.

Segundo Edward  De Bono (1976): “Raciocínio vertical é cavar cada vez mais fundo no  mesmo buraco. Raciocínio lateral é tentar de novo em outro lugar”. De  Bono conceituou pensamento lateral como a habilidade de buscar, com a  mente aberta às novas idéias, olhar em novas direções, desafiar conceitos  existentes, isto é, pensar com o cérebro integral.

Na  Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, pesquisas realizadas pelo  professor de Psicologia Dan Schuster, demonstrou que estudantes que  se utilizaram da metodologia de Aprendizagem Acelerada, obteve maior  eficácia e velocidade na aprendizagem do que estudantes que usaram as  formas tradicionais de estudo.

Muitas das grandes  empresas norte-americanas, como a  Kodak e Bell Atlantic, usando  técnicas de Aprendizagem Acelerada reduziram seus treinamentos pela metade.

Na Beverley High School da Austrália, os  estudantes aprendem uma língua estrangeira em oito semanas com  Aprendizagem Acelerada, os cursos tradicionais são de três anos.
Gordon Dryden e Janette Vos, autores do livro Revolucionando o  Aprendizado, dizem: “É possível para qualquer um aprender quase tudo  mais depressa - com freqüência cinco a vinte vezes mais rápido – e,  muitas vezes, dez a cem vezes com mais eficácia, em qualquer idade,  utilizando os modernos métodos da Aprendizagem Acelerada. Esses métodos  são simples, divertidos, usam o senso comum e, o principal, funcionam”.

“Certa  vez, um jovem recém casado havia pesado um belo peixe. Orgulhoso levou  seu prêmio á sua linda esposa para assá-lo. Quando o marido se sentou à  mesa ficou inconformada, sua esposa ao preparar o peixe que ele pescou  heroicamente, cortou-lhe a cabeça e o rabo, então perguntou: Querida  por que cortou a cabeça e o rabo do peixe? Ela, intrigada com a  pergunta, respondeu: meu bem, para assar o peixe sempre devemos cortar  o rabo e a cabeça. O marido, decepcionado, perguntou: Querida de onde  tirou esta idéia? Ela disse que havia aprendido com sua mãe. Ele disse  que a mãe dele sempre assava o peixe inteiro. Indignada, a jovem moça  ligou para sua mãe e perguntou por que ela cortava a cabeça e o rabo do  peixe para assar. E a mãe disse para perguntar à sua avó, afinal, fora  com ela que havia aprendido. Ao perguntar a avó por que ela havia  ensinado sua mãe a cortar a cabeça e o rabo do peixe para assar, ela se  assustou com a resposta: sabe o que é minha neta, naquela época a minha  forma era pequena e não cabia um peixe inteiro.”

Quantos  peixes sem cabeça e sem rabo existem em nossas vidas e em nossa forma  de ler, estudar e aprender. É chegada a hora de revermos nossos conceitos. As técnicas de Aprendizagem Acelerada vêm  sendo aplicadas em todos os níveis de estudos, trazendo um aprendizado  divertido, agradável, satisfatório e inovador. Por isso, mensalmente,  traremos para você neste site informações, artigos, dicas e instruções  de como aplicá-las para que você possa otimizar seus estudos,  aprendizagem e resultados.

4. O hemisfério direito do cérebro

Apesar de que na atualidade a maioria dos educadores está cada vez mais interessados na importância do pensamento criativo e intuitivo, o sistema educativo em geral está estruturado de um modo predominantemente guiado pelo hemisfério esquerdo. Os conteúdos educativos são seqüenciais, os alunos progridem segundo seus graus (um, dos, três) em direção linear. As principais matérias que os alunos estudam são numéricas e verbais: leitura, escritura, matemática. Tudo é regido por horários pautados. As cadeiras são dispostas em filas. Os professores e mestres distribuem notas, mas está faltando algo.

O hemisfério direito – o sonhador, o artista – se perde muitas vezes no sistema educativo e não é atendido. Se encontrarmos aulas de arte ou aulas de língua onde se pratica "escritura criativa" (creative writing) e também cursos de música, mas é pouco provável que encontremos cursos de imaginação, de visualização, de habilidades espaciais, de criatividade, como matéria em si mesma, cursos de intuição ou em inventiva.

Todavia, os educadores valorizam estas aptidões, mas aparentemente confiam que os alunos irão desenvolver a imaginação, a percepção e a intuição como conseqüências naturais do desenvolvimento de suas capacidades analíticas e verbais.

Quem sabe agora os neuro-cientistas proporcionaram a base conceitual para o treinamento do hemisfério direito, poderemos começar a construir um sistema educativo que leve em conta todo o cérebro.

Livro: "ROMPENDO LIMITES" E "O APRENDIZADO ACELERADO"

GRANDE ABRAÇO

RENATO CESAR BINI

Insights Sobre Motivação / Renato Bini

Por duas grandes razões nos motivamos:


1. Por desespero
2. Por inspiração

Grande parte das pessoas se motiva por desespero. Motivação por desespero é a ação desenfreada, imediata e determinante, porém, muitas vezes, frustrada e cansativa que as pessoas exercem sobre si mesmas. Às vezes, é benéfica a motivação por desespero. Dá-nos uma sacudidela no sistema nervoso impulsionando-nos para a AÇÃO. É o que precisa ser feito, aqui e agora!

Uma vez, uma mulher americana dirigindo sua caminhonete, de repente, o pneu furou. O seu filho que estava dentro do carro, curiosamente e imperceptivelmente saiu para ver o que acontecera debaixo do carro. A mãe não percebendo tal atitude do filho, pôs-se a trocar o pneu. Ao levantar o carro com o macaco, o macaco emperrou... E o filho que estava debaixo do carro, ficou preso. A mãe, motivada pelo desespero, empreendeu hercúleos esforços para erguer a caminhonete, e conseguiu, podendo salvar o filho daquela agonia.

A motivação por INSPIRAÇÃO é a mais sublime, a mais vivificante e a mais prazerosa. Viver a vida de forma inspirada é a maestria do desenvolvimento pessoal.

Uma vez, Edwin Land resolveu tirar a foto de sua filha para depois revelá-la. E a filha questionou ao pai: “Pai, porque demora tanto para revelar um filme?” E Edwin Land, inventor na época, teve um sobressalto: “Por que não revelar um filme instantaneamente?” Então, foi criada a máquina Polaroid. Edwin Land passou por um bom tempo vivendo de forma inspirada, comum a todos os gênios. Observe a vida de Einstein, Mozart, Salvador Dali etc...

Agora, eu lhe pergunto: “Você vive a vida de forma desesperada ou inspirada? Quando você se levanta de manhã cedo para ir ao trabalho, por exemplo, você pergunta para si mesmo(a): HOJE EU TENHO QUE IR TRABALHAR? Ou, HOJE EU POSSO TRABALHAR, ou HOJE EU QUERO TRABALHAR? Há grandes diferenças nessas expressões lingüísticas, não é mesmo? A Primeira, é de forma desesperada e, a segunda e terceira, de forma mais inspirada. Pense no seu relacionamento, na sua saúde, na sua profissão...no seu modo de encarar a vida!
Como falei, às vezes desesperar-se um pouco é bom, pois alavanca o passo inicial, mas depois é preciso viver de maneira INSPIRADA para a vida ser DO JEITO QUE VOCÊ QUER QUE SEJA!

Viver de forma criativa é viver inspiradamente.

PENSE NISTO...
GRANDE ABRAÇO
Renato Cesar Bini